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BO ! (aramaico)

Maio 16, 2012

DECA EM DUAS PARTES - DESERTOR NO DESERTO



                                                     Desenho por Felipe Stefani

 Desertor no Deserto*

Por Marco A. de Araújo Bueno


PARTE I


Doze anos, palestino fronteiriço, dois de treino. Paramentou-se: explosivos, celular...


“Desertor no Deserto” – PARTE II

Ao toque, sacou dispositivo junto. Sucumbiu; deserto. Tel-Aviv/paraíso - Doze km!

*Título: "Desertor no Deserto" (inspirado no filme "Paradise Now", de Any Abu-Assad-2005")
Autor: Marco Antônio de Araújo Bueno

[Comentários de Marco Antônio de Araújo Bueno:

Para a minha Coluna - BREVIDADES - - Microconto de dez palavras dividido em duas partes. Cabe ao leitor, diante das circunstâncias históricas recentes, planejar seu próprio modo de recepção da peça. Para tal, deve programar o distanciamento ideal entre as leituras das respectivas partes (I e II) do microconto e não se deixar iludir, seja pela extensão, seja pelo teor da matéria narrada. Conjecturas avizinhadas são oportunas. ]

Abril 19, 2012


9
Expediente materno

Marco Antônio de Araújo Bueno

Ante el temor de que sus hijos se cayeran, forraba los portarretratos.

Marco Antônio de Araújo Bueno (Sao Paulo). Es psicoanalista y autor de cuentos de
ciencia ficción. Ha publicado su tesis doctoral Brevidade e epifania na micronarrativa contemporânea.

Í

[AntologiaAntologia "Fix100" - Peru  latinoamericana de Microficción]

Centro Peruano de Estudios Culturales

Abril 03, 2012

DEMOSTEINIZAÇÃO - MICROCONTOS FÁLICOS




                                                     DESENHO POR Felipe Stefani

 Torres, poder e tânatos - Decas fálicos


 Por Marco A. de Araújo Bueno

1. BRODHERS

Demóstenes,com quem andas? Dir-te-ei quem fostes. Fora o privilegiado !




2. BROCHAS 


Parece pêndulo!O Pêndulo de Foucault...Ih, teu pênis refugou !

Março 05, 2012

CONTEÚDO INCONTINENTE

 Conteúdo Incontinente

Por Marco A. de Araújo Bueno

[Microconto monofrásico de dez palavras/Deca]

Os morangos, - embevecidos no chantili; eu, - embebido na reforma vocabular.

Fevereiro 18, 2012

VALE CARNE - MINHA TERÇA GORDA

                                      MINHA TERÇA GORDA        


Vale Carne


  Para Manoel Bandeira


Por Marco A. de Araújo Bueno


E/OU:
Ê/Ô!
Ó/É?
E/OU.

Janeiro 31, 2012

PECADO ORIGINAL - DECAS



                                                         COPINHOS DE CAFÈ MUITOS VIRAM COISA MAIOR (arquivo WEB)


PECADO ORIGINAL[Deca]*


Por Marco A. de Araújo Bueno


Estendeu-me um percal de duzentos fios: - Coma-me! Eu -Como assim?

Janeiro 29, 2012

FUNDIDA/VAGA

                               INFINITUM - V.II (Meu)
VAGA – PARTE I

Por Marco A. de Araújo Bueno

Então não se fala mais no assunto e o que fodeu, fundido está. Como? Não compreende, não alcança a mecânica da coisa? Pois bem, sejamos profundos ainda mais, na sujidade dela. Pois ela não tinha balisas, critérios, fosse no que fosse. Um cata vento para os antecedentes, uma irresponsável frente às conseqüências. No início nem sabia do que se tratava, saltava alegrinha no vácuo. Mas sempre houvera quem a ancorasse nalguma gavetelha da moralidade vigente.Acabava por se fundir às versões dela, às ficcionalidades, compreende?

Janeiro 10, 2012

BALIZAS


BALIZAS

Por Marco A. de Araújo Bueno

Há distância em teus olhos
De lonjuras tão lilases.
De parecer que os olhos comprimem
Horizontes ao infinito.

De parecer com os versos que fito 
E  que rimam com nada;
Ressoam  ao infinito, distâncias...
Lonjuras comprimidas por lábios de rocha.

Os olhos dizem sim;
Os lábios – nunca .
E o soneto se finda num terceto faltante.


Janeiro 03, 2012

SEXTILHA DO DOZE AO DOZE_Dez/Jan/12


                                           MEU DIA UNIVERSAL DA PAZ E HUMOR
POEMAS DE ACETÁBULO -II

 Descansa, celulose arriada,
(Artrite de pós guerra)
Que há ranhuras menos trilhos
Que delírios com eira sem beira
No estertor do sempre que te teve
Entretida em vãos e traços.

Dezembro 23, 2011

O LANÇADOR

                              Instagram - Por Rafael Noris
O LANÇADOR


         Pensando em documentário, decerto não vira, mas tento que tento descrever como foi. Trata-se de substância sensível – a bola – com as angulosidades aconchegantes, pidonas de um bom petardo, de peito-do-pé e, é claro, de equivalências disso à ejaculação de um membro viril, calibroso e igualmente teso.
         (Sempre meiocampista, via e batia de longe – cálculos precisos e patadas certeiras – lançamentos ambiciosos; o preto no branco no que fosse da defesa. Engenho e arte quando o time avança e me cabe criar.)
         Agora me cabe criar, por exemplo, preencher lacunas (de memória e outras substâncias sensíveis) com ficção, pois me falta todo tipo de registro outro que não seja este descrever, para fazer virar real. E só vira se fizer valer a memória do pé, suas inflexões de corpo. Calos são documentos e eu tenho um calo-artilheiro .
        (Meiocampinta, era eu quem fazia câimbras no nervo ótico da torcida, torcida de várzea, mas minhas inversões de rumo no campo, da extrema direita à ponta-esquerda, faziam diástoles, prendiam respiração.)
       Para criar tecido narrado aqui, sobre futebol de campo (campo de várzea) farei inversões sim, mas não terei, jamais, atrasado a bola ao gol ou penado a bola, que não é inimiga (‘como o touro numa corrida’), mas, -sobretudo, - é mister, diria o João Cabral que, não obstante não me ter visto em proezas, falamos a língua dos tendões e nervaturas do pé.
       A bolota do calo do pé, por vezes e sempre que solicitada (numa falta, por exemplo) vira a testa que cabeceia sim-senhor, mensura a Lei da Gravidade, opera equivalências newtonianas; faz o diabo.)
      Naquele dia-dos-pais, no colégio onde meninos levavam seus pais a praticar esportes coletivos, eu postei o meu embaixo do travessão e entre os dois paus das traves. Então tomei distância de meio-campo e bati com o calo-artilheiro, calibrado. A bola subiu linhaça e desceu projétil bem na testa do filho-do-mãe do meu filho, que desmaiou-se. Eu o tenho salvo da dor.
         

Dezembro 22, 2011

RUIVA - DA SÉRIE DE MICROCONTOS MONOFRÁSICOS 'DECAS AO PONTO'

                           Crédito:Genoma Humano
                           
 RUIVA


                    Por Marco A. de Araújo Bueno




Vi, que vi; tudo tão ligeiro, quando vi - não vi!




[Microconto de dez palavras, publicado no BMM*]




                     Colaboração: Ju Ramasini
                          [em protesto...]

Dezembro 19, 2011

A FILA - CONTO LIDO POR F.FICOMENO AL'GOLEN (OUT FLIPORTO)

                                                     Por J.Cocteau

Aos tecnocratelhos CNPq & consoante unicampilantras, como medida preventiva.



http://www.gengibre.com.br/cast/V1704BPB0

Dezembro 05, 2011

O GRUPO (FB) - BMM* - BREVE MOTES A MICROCONTOS CONSOLIDADO

ß̅*


#
Pedro Gobett
Psicólogo Clínico (apenas no meu consultório, favor não insistir) na empresa Psicólogo Clínico
#
Remover administrador
Guilherme Salla
Professor na empresa Prefeitura municipal de Indaiatuba SP
#
Remover administrador
Marco Antônio Araújo Bueno
Universidade Estadual de Campinas
#
Remover administrador
Ivan Hegen
ECA-USP
#
Remover administrador
Cecilia Prada
Faculdade de Jornalismo Casper Líbero
#
Remover administrador
Vivian Marina
#
Remover administrador
Rafael Noris
Conteúdo e Mídias Sociais na empresa Webcompany
#
Remover administrador
Vivian Bueno Cardoso
#
Tornar administrador
Biblioteca André Soares Beas
UM
#
Remover administrador
Luís Sérgio Dos Santos
Niterói, Rio de Janeiro, Brazil
#
Remover administrador
Ricardo Socudo
Designer Gráfico na empresa Lista do Bairro
#
Remover administrador
Wender Montenegro
Professor na empresa SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TRAIRI
#
Remover administrador
Adriana Salerno
Trabalha na empresa {[ vad.com.br ]} projetos multimídia
#
Remover administrador
Amanda Ferreira
Universidade Estácio de Sá
#
Remover administrador
Evelyn Rosenzweig
Advogada na empresa Evelyn Rosenzweig
#
Remover administrador
Vítor Queiroz
UNICAMP
#
Remover administrador
Camila Gomes
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
#
Remover administrador
Thiago Alves
Produção Cultural na empresa Prefeitura Municipal de Sumaré
#
Remover administrador
Elisângela Nolasco de Oliveira
Florianópolis, Santa Catarina
#
Remover administrador
Luiza Mazulo
Universidade de Fortaleza
#
Remover administrador
Wagner De Souza
#
Remover administrador
Alvaro Posselt
Trabalha na empresa Professor
#
Remover administrador
Johnny Everton da Silva
Trabalha na empresa IBM Brasil
#
Remover administrador
Samir Mesquita
São Paulo, Brazil
#
Remover administrador
Giovanna Henrique Marcelino
São Paulo, Brazil
#
Remover administrador
Carina Albukerke
#
Remover administrador
Teresa Cristina Barros
São Paulo, Brazil
#
Remover administrador
Lilly Falcão
ESMAPE - Escola Superior de Magistratura de Pernambuco
#
Remover administrador
Geraldo Magela Cardoso Magela
Médio
#
Remover administrador
Julio Damasio
Curitiba, Brazil
#
Remover administrador
Érika Caneira
SETA
#
Remover administrador
Marcelo Finholdt
Transmutador na empresa Trabalho e emprego, enquanto vivo!
#
Remover administrador
Jeferson Bandeira
#
Tornar administrador
Lu Lory Blue
#
Remover administrador
Wilson Gorj
Aparecida, Sao Paulo, Brazil
#
Remover administrador
Jussara Monteiro
UFRJ - Faculdade de Letras
#
Remover administrador
Carlos Lima
Universidade Federal Fluminense
#
Remover administrador
André Salviano
Trabalha na empresa COPPE/UFRJ
#
Remover administrador
Márcia Izaac
FMUSP
#
Remover administrador
Marcos Bassini
Diretor de Criação na empresa MOBster
#
Remover administrador
Anne Lucy
Universidade Federal do Amazonas
#
Tornar administrador
Celamar Maione
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
#
Remover administrador
Raquel Matos
Fabico - UFRGS
#
Remover administrador
Xico Sá
São Paulo, Brazil
#
Tornar administrador
Carol Moralles
PUC-RS
#
Remover administrador
Daniel Serrano
#
Remover administrador
Rony Vonn
#
Remover administrador
Carolina Motta
Bolsista na empresa Projeto Contribuinte da Cultura
#
Remover administrador
Bruna Mesquita
Trabalha na empresa Fisioterapeuta
#
Remover administrador
Rafa Carvalho
Trabalha na empresa Fora do Eixo
#
Remover administrador
Frederico Marchese
Bolsista na empresa PET Geografia/UFRGS
#
Remover administrador
Paola Benevides
Revisão, tradução, transcrição e digitação. na empresa Logos Formatações
#
Remover administrador
Eliana Carpinelli
#
Tornar administrador
Eliza Shi
#
Remover administrador
Patrícia Moresco
Trabalha na empresa CREA-PR
#
Remover administrador
Matheus Trevisan
Trabalha na empresa CEPESP - FGV
#
Remover administrador
Maurício de Almeida
#
Remover administrador
Denison Mendes
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
#
Remover administrador
Jocelino Pessoa
Produtor Executivo na empresa Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea
#
Remover administrador
Pedro Serrano
Ciências sociais
#
Remover administrador
Davi Aquino
Gerente de Publicidade na empresa GeoAmbiental Jr
#
Remover administrador
Homero Gomes
Escritor na empresa Literatura
#
Remover administrador
Rivaldo Giancotti
#
Tornar administrador
Casimiro Teixeira
Trabalha na empresa Desempregado sem subsidio
#
Remover administrador
Kaic Aude
Universidade Anhembi Morumbi
#
Remover administrador
Mariana Guerra
Brasília, Brazil
#
Remover administrador
Lourdinha Lima
UNESP FRANCA
#
Remover administrador
Roberto Bezerra da Silva
Não
#
Remover administrador
R.c. Quaresma
Universidade Estadual de Goiás - UEG

                                            AGORA É SÓ AFINAR OS INSTRUMENTOS
                                          PRATICAR A ECONOMIA TEXTUAL
                                           ESTERTORAR AS ELIPSES
                                           POTENCIALIALIZAR AS EPIFANIAS
                                                                     AFETAR-SE

GRUPO: Breves Motes a Microcontos
moteamicro@groups-facebook.com

FRAGMENTÁLIA





Dezembro 02, 2011

JOYCE E O SINTOMA [EM J.LACAN POR J.FORBES

http://youtu.be/aR7LZaTrXYI?t=3m48s

Grato ao colega Pedro Gobett pela recolha do registro.Suponho que o texto literário seja tributário de algo como o que lacanianos chamariam "acontecimento de corpo". Mas Drummond já sabia disso; acho. Colo
um segmento do FRAGMENTO V da minha tese de doutora ('Brevidade e Epifania na Micronarrativa Contemporânea"-Unicamp/2008) onde a concepção de Epifania é lida numa chave das postulações lacanianas sobre o Registro do Real:



romance “il fuego” (o fogo) de Gabriele D’Annunzio publicado na virada do século XIX, cuja parte primeira relata os êxtases estéticos do poeta Stelio Effrena e se chama

exatamente “Epifania do Fogo”, segundo R. Ellmann, biógrafo de Joyce.De fato, neste livro-embrião (do subseqüente “Retrato do Artista Quando Jovem”, pelo menos), aqui onde

assinalo a noção laica, secularizada de epifania, literalmente salvo (cerca de 500p) do fogo por Nora Joyce (!), seu marido afirma que, ao captar o momento exato no qual essa

aparição acontece [e Joyce colecionava fragmentos disto pelas ruas de Dublin], “ele acaba de sondar intensamente, em toda a sua verdade, o ser do mundo visível (...) a beleza,

esplendor do verdadeiro, acaba de nascer”. Assinaladas algumas pistas genealógicas e contornadas considerações que subjazem toda a experimentação formal dos modernistas

(inclusas aquelas que remetem ao grande legado do movimento romântico, qual seja, o de questionar e dissolver a própria aplicabilidade do conceito de gênero, já aludida aqui,

questão enriquecida tanto pelo formalismo russo quanto pelo círculo bakthiniano) estabeleçamos, para efeito da natureza do efeito que nos importa, o que, relacionado à

epifania, constitui categoria neste estudo e isso demanda alguma operacionalidade como a que busco, junto a Miguel Cardoso, quando afirma ser a epifania “(...) um

instrumento de revelação que suspende o devir e se destaca dele (...) momento efêmero [que] registrado – prende a atenção –(...) prolonga seu significado(...)e fornece nós

privilegiados de significado ao leitor”. A idéia topológica de “nós” remeter-nos-á a Lacan, isso é certo, à categoria do que denomina registro do real, por definição –

inapreensível (equivalente à coisa em si postulada por Kant) -, sobre cuja propriedade essencial, afirmava Lacan, “(o Real) não tem fissuras”. Afirmava até chegar a Joyce no

seminário de 2004 – “Sinthome”, no qual dedica um capítulo à idéia de um furo no real, pela proposta topológica de uma outra urdidura de nó, para dar conta da epifania.

Observe-se que, de extração freudiana (“das ding”), esse real, para Lacan – a coisidade da coisa, cuja materialidade falta na linguagem, ainda que não examinemos aqui o teor do

referido seminário, interessar-nos-á no exato momento em que, para a noção de epifania como efeito no leitor de um microconto, efeito este que parece atado ao registro do

simbólico, que é coextensivo à ordem da linguagem segundo o próprio Lacan, tentarei estabelecer a diferença entre a singularidade da experiência suscitada no leitor de

narrativa condensada ao extremo, e algumas das tantas formas de arrebatamento que a leitura de uma obra de arte provoca, em sentido amplo. Quando não, pelo menos, que se

observe o quão recente é o escopo de todo esse conjunto de postulações teóricas!

Novembro 28, 2011

ESCRITA À PUTANESCA

                          Não sou Kido, Caco é quem sou!
ESCRITA  À  PUTANESCA

                                      Por Marco A. de Araújo Bueno

          Sou um acadêmico em sabático perpétuo, do nunca-mais-voltar, do cabular refeições de
cantina universitária, patês de editoras que tais e, ah - relatórios e formulários kafkianos. Estou
abjurando meu Curricumlun Lattes, e o faço de público, como intelectual que maqueteia (ser 'r')
ideias e as faz publicar. Ou faz por onde que assim ocorra, porra.
          Me apraz escrever abstracts em galego e usar advérbios como frase, tal como respira o Lobo.
          Me eriça os pelos pubianos estar  à la izquierda de la esquerda em bravatas de condomínio dos
campi e tomar fanta uva onde se brinda com chapinha e fumar cigarrilhas kojac onde se pita maconha
e, o mais relevante - estar em atraso - crave-se deadline, eu furo.
           Sou um psicopata nesses feudos universitários na exata medida em que não introjetei  a norma.
           Me canso fácil  do visual  que mimetiza o clean com tijolinhos do semblante dos Prof.Dres de cara
lavada, nunca escanhoada, muito menos barroca,  como as texturas quentes de suas gesta européias e me
irrita a paraninfernal  idoneidade de referência dos seres de roda-pé.
            Sou um fotógrafo benjaminiano (vide foto) e pertenço à mim e à vala comum, em que não me precipitei...

                                  Photo por mim mesmo (Unicamp)